domingo, 27 de agosto de 2017
Agenda das Peregrinações de Nossa Senhora dos Aflitos
Seguindo os Passos da Nossa Mãe dos Aflitos:
Nona semana de Peregrinação de Nossa Senhora dos Aflitos:
Dia 28/08 - Residência de Avanir de Raul, situada à Avenida Rio branco, número 203, Centro.
Dia 29/08 - No Real Sociedade Independente, bairro São José.
Dia 30/08 - Residência de Lúcia enfermeira, situada à Rua Horácio Honorato dos Santos, bairro Santa Cecília.
Dia 31/08 - Residência de Dodora Garofa, situada na Comunidade Timbaubinha.
Dia 01/09 - Residência de Ribamar de Firmino e Rosa, situada à Rua Joaquim Pereira Monteiro, bairro São José.
Dia 02/09 - Residência de Elídio e Elenilda, situada à Rua Dr. Oswaldo Lobo, bairro São José
Dia 29/08 - No Real Sociedade Independente, bairro São José.
Dia 30/08 - Residência de Lúcia enfermeira, situada à Rua Horácio Honorato dos Santos, bairro Santa Cecília.
Dia 31/08 - Residência de Dodora Garofa, situada na Comunidade Timbaubinha.
Dia 01/09 - Residência de Ribamar de Firmino e Rosa, situada à Rua Joaquim Pereira Monteiro, bairro São José.
Dia 02/09 - Residência de Elídio e Elenilda, situada à Rua Dr. Oswaldo Lobo, bairro São José
Só conhecemos Jesus quando nos relacionamos com Ele!
Para saber quem é Jesus precisamos nos relacionar e ter comunhão com Ele. "Simão Pedro respondeu: 'Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo'" (Mateus 16,16).
Jesus está se dirigindo a Seus discípulos e perguntando: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" (Mateus 16,13). Em outras palavras, é como se dissesse: "O que dizem os homens sobre mim?". A partir disso, vem as mais variadas respostas: alguns dizem que o Senhor é João Batista; outros afirmam que é Elias, Jeremias ou alguns dos profetas que voltou, que está no meio de nós ou que Ele tem o espírito desses grandes profetas.
Jesus não é uma coisa nem outra, não é um grande profeta, não é Elias que voltou nem é João Batista, que continua vivo no meio dos discípulos. Primeiro, porque cada um é único. Podemos até ter o espírito de Elias, pregar como ele, ser o profeta que ele foi, ou ter a audácia de João Batista. Cada um é único, mas, referindo-se a Jesus Cristo, é importante que saibamos responder, com verdade e autenticidade, quem é Jesus. E nós só saberemos responder essa pergunta a partir da relação que temos com Ele.
Quando não temos uma relação com alguém, quando não o conhecemos na intimidade, na verdade e na sinceridade, temos sempre visões menores ou distorcidas a respeito daquela pessoa.
É tão ruim e tão triste um casal estar junto, mas, depois de muitos anos, um responder para o outro: "Eu não te conheço. Eu não sei, na verdade, quem é você". Precisamos nos conhecer uns aos outros, dar-nos a conhecer, revelar quem somos. Não é chegar e dizer: "Eu sou fulano". É uma apresentação que nos introduz na vida de alguém. Agora, quando nós temos proximidade e relação de verdade com alguém, nós o conhecemos.
Para saber quem é Jesus, precisamos nos relacionar e ter comunhão com Ele, aproximarmo-nos e entrar na vida d'Ele, nos Seus ensinamentos, no Seu Evangelho, na Sua intimidade. Precisamos ter comunhão com Jesus, senão, nós O conheceremos de forma errada, enganosa e não autêntica, e Ele deseja se revelar a nós.
Quando Pedro confessa a identidade de Jesus: "Tu és o Cristo. Tu és o filho do Deus vivo", ele está professando e reconhecendo aquilo que a graça de Deus Pai Lhe revelou, ou seja, quem era Jesus.
Só quem tem comunhão e vive uma vida de relação com Deus pode ser reconhecido autenticamente para si mesmo, pode conhecer quem é o outro e quem é Deus. Não deixemos a vida passar sem conhecermos o Senhor, Sua essência e verdade, Seu amor e Sua graça, que se revelam e se manifestam a nós.
Deus não se esconde, Ele se deixa encontrar. Precisamos buscar, na grandeza do Senhor, a revelação do Seu amor, que se manifesta a nós na pessoa de Jesus. Permitamos que o nosso coração encontre Jesus, e que sejamos encontrados por Ele, para que a vida responda quem Ele é para nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Jesus está se dirigindo a Seus discípulos e perguntando: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" (Mateus 16,13). Em outras palavras, é como se dissesse: "O que dizem os homens sobre mim?". A partir disso, vem as mais variadas respostas: alguns dizem que o Senhor é João Batista; outros afirmam que é Elias, Jeremias ou alguns dos profetas que voltou, que está no meio de nós ou que Ele tem o espírito desses grandes profetas.
Jesus não é uma coisa nem outra, não é um grande profeta, não é Elias que voltou nem é João Batista, que continua vivo no meio dos discípulos. Primeiro, porque cada um é único. Podemos até ter o espírito de Elias, pregar como ele, ser o profeta que ele foi, ou ter a audácia de João Batista. Cada um é único, mas, referindo-se a Jesus Cristo, é importante que saibamos responder, com verdade e autenticidade, quem é Jesus. E nós só saberemos responder essa pergunta a partir da relação que temos com Ele.
Quando não temos uma relação com alguém, quando não o conhecemos na intimidade, na verdade e na sinceridade, temos sempre visões menores ou distorcidas a respeito daquela pessoa.
É tão ruim e tão triste um casal estar junto, mas, depois de muitos anos, um responder para o outro: "Eu não te conheço. Eu não sei, na verdade, quem é você". Precisamos nos conhecer uns aos outros, dar-nos a conhecer, revelar quem somos. Não é chegar e dizer: "Eu sou fulano". É uma apresentação que nos introduz na vida de alguém. Agora, quando nós temos proximidade e relação de verdade com alguém, nós o conhecemos.
Para saber quem é Jesus, precisamos nos relacionar e ter comunhão com Ele, aproximarmo-nos e entrar na vida d'Ele, nos Seus ensinamentos, no Seu Evangelho, na Sua intimidade. Precisamos ter comunhão com Jesus, senão, nós O conheceremos de forma errada, enganosa e não autêntica, e Ele deseja se revelar a nós.
Quando Pedro confessa a identidade de Jesus: "Tu és o Cristo. Tu és o filho do Deus vivo", ele está professando e reconhecendo aquilo que a graça de Deus Pai Lhe revelou, ou seja, quem era Jesus.
Só quem tem comunhão e vive uma vida de relação com Deus pode ser reconhecido autenticamente para si mesmo, pode conhecer quem é o outro e quem é Deus. Não deixemos a vida passar sem conhecermos o Senhor, Sua essência e verdade, Seu amor e Sua graça, que se revelam e se manifestam a nós.
Deus não se esconde, Ele se deixa encontrar. Precisamos buscar, na grandeza do Senhor, a revelação do Seu amor, que se manifesta a nós na pessoa de Jesus. Permitamos que o nosso coração encontre Jesus, e que sejamos encontrados por Ele, para que a vida responda quem Ele é para nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
#minisermao (27/08/17)
Quem pergunta valoriza o que o outro tem para dizer. Perguntar é um
jeito de amar. Faça muitas perguntas. Jesus foi um perguntador; desde os
12 anos, quando foi perdido e reencontrado no templo, Maria perguntou:
"Não sabias que estávamos aflitos te procurando?" Ele respondeu com uma
pergunta: "Vocês não sabiam que Eu devia estar na casa de meu pai?" E
Jesus perguntou a vida inteira. Naquele dia, em Cesareia de Filipe,
perguntou aos apóstolos: "Quem dizem por aí que Eu sou?" Mas a pergunta
genérica foi depois mais pessoal: "Mas, para vocês, quem Eu sou?" Pedro
deu a resposta correta. Jesus era hábil em perguntar; valorizava o que
o outro tinha para responder. Pergunte sempre. (Mt 16,13-20)
Pe. Joãozinho, Scj.
Pe. Joãozinho, Scj.
Comece o seu dia mais feliz meditando o Santo Evangelho - 21º Domingo do Tempo Comum
Tu és Pedro e eu te darei as chaves do Reino dos céus.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-20.
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas".
Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?"
Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo". Respondendo,
Jesus lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um
ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. "Por
isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a
minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu
te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra
será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado
nos céus".
Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
sábado, 26 de agosto de 2017
#minisermao (26/08/17)
Você não é o que faz; a sua essência é mais do que a sua função. Você
vale pelo que é! Esta é a raiz da dignidade humana. Fomos criados à
imagem e semelhança de Deus, temos uma natureza, temos uma vocação;
claro que a vida nos dá uma função: você é o diretor, você é o
supervisor, você é o administrador, você é o reitor... e são múltiplas
as funções, ele é o prefeito, ele é o deputado... mas nós não somos
isso! Isto tudo passa! Você é muito mais do que esta função, você é
aquela vocação para a qual Deus o chamou. Nós somos imagem e semelhança
de Deus. (Mt 23,1-12)
Pe. Joãozinho, scj.
Pe. Joãozinho, scj.
A hipocrisia contamina nossa vida!
A hipocrisia é uma tentação para a nossa humanidade em todas as ocasiões. "Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam" (Mateus 23,3).
Eis o princípio da hipocrisia: falar e não fazer; ensinar os outros como deve ser, mas, na própria vida, não viver aquilo que ensina. A hipocrisia é uma tentação para a nossa humanidade em todas as ocasiões.
Todos nós temos sementes de hipocrisia dentro de nós, é a marca do pecado, é a configuração do orgulho e da soberba em nós. Na verdade, é isso que a soberba faz conosco, aparentar que somos uma coisa e até acreditar que, realmente, somos; mas, na verdade, não nos deixa ver o que de fato somos.
Falamos, cobramos, exigimos demais dos outros, exigimos aquilo que não praticamos um décimo sequer. O fermento da corrupção e da hipocrisia ressoam mal e estragam onde se fazem presentes. Não nos deixemos contaminar por eles nem deixemos que levedem a nossa vida.
Pense um pai que quer exigir dos seus filhos aquilo que ele não vive. Ninguém é perfeito, sabemos disso, mas devemos nos esforçar. Aquilo que falamos deve vir daquilo que nos esforçamos para viver. Por que exigir dos outros aquilo que nem nós praticamos?
Podemos ter errado um dia, mas nos corrigimos do erro. Um pai quer que o filho não beba, que não faça isso e aquilo, mas ele continua fazendo; se, um dia, ele fez, mas parou, é um exemplo formidável de vida!
Ninguém deve ser condenado por um passo nem por situação nenhuma, mas deve ser exaltado aquele que soube se corrigir. A melhor aula que alguém pode dar é: "Olha, eu era assim, mas me deixei mudar. Eu me esforcei para mudar".
Podemos cair num falso moralismo, e foi nesse falso moralismo que caíram, muitas vezes, os líderes da religião judaica; e nós cristãos, muitas vezes, caímos também. Falamos e exigimos demais, queremos muito que os outros façam, mas não damos exemplo.
A primeira lei para a vida é viver e ver aquilo que nós acreditamos, e quando nos esforçarmos para viver, teremos a graça de ensinar e fazer com que o outro viva. Que a nossa religião não seja dos hipócritas, mas da vida que Deus nos trouxe.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Eis o princípio da hipocrisia: falar e não fazer; ensinar os outros como deve ser, mas, na própria vida, não viver aquilo que ensina. A hipocrisia é uma tentação para a nossa humanidade em todas as ocasiões.
Todos nós temos sementes de hipocrisia dentro de nós, é a marca do pecado, é a configuração do orgulho e da soberba em nós. Na verdade, é isso que a soberba faz conosco, aparentar que somos uma coisa e até acreditar que, realmente, somos; mas, na verdade, não nos deixa ver o que de fato somos.
Falamos, cobramos, exigimos demais dos outros, exigimos aquilo que não praticamos um décimo sequer. O fermento da corrupção e da hipocrisia ressoam mal e estragam onde se fazem presentes. Não nos deixemos contaminar por eles nem deixemos que levedem a nossa vida.
Pense um pai que quer exigir dos seus filhos aquilo que ele não vive. Ninguém é perfeito, sabemos disso, mas devemos nos esforçar. Aquilo que falamos deve vir daquilo que nos esforçamos para viver. Por que exigir dos outros aquilo que nem nós praticamos?
Podemos ter errado um dia, mas nos corrigimos do erro. Um pai quer que o filho não beba, que não faça isso e aquilo, mas ele continua fazendo; se, um dia, ele fez, mas parou, é um exemplo formidável de vida!
Ninguém deve ser condenado por um passo nem por situação nenhuma, mas deve ser exaltado aquele que soube se corrigir. A melhor aula que alguém pode dar é: "Olha, eu era assim, mas me deixei mudar. Eu me esforcei para mudar".
Podemos cair num falso moralismo, e foi nesse falso moralismo que caíram, muitas vezes, os líderes da religião judaica; e nós cristãos, muitas vezes, caímos também. Falamos e exigimos demais, queremos muito que os outros façam, mas não damos exemplo.
A primeira lei para a vida é viver e ver aquilo que nós acreditamos, e quando nos esforçarmos para viver, teremos a graça de ensinar e fazer com que o outro viva. Que a nossa religião não seja dos hipócritas, mas da vida que Deus nos trouxe.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Comece o seu dia mais feliz meditando o Santo Evangelho do Sábado da 20ª Semana do Tempo Comum
Eles falam mas não praticam.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23,1-12.Naquele tempo, Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: "Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas. Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre.
Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
Reflexão - Mt 23, 1-12
Dois elementos são importantes para nós a partir da leitura do Evangelho de hoje. O primeiro é que nenhum ser humano pode ser para nós modelo absoluto para a vivência do Evangelho, uma vez que todas as pessoas são pecadoras. O segundo é que não podemos fazer da religião forma de relação de poder e de promoção pessoal. As distinções que existem na vida religiosa devem ser de cargos e funções, porque existem ministérios diferentes, mas todos na Igreja têm uma dignidade igual: a de filhos e filhas de Deus. Mesmo dentro da Igreja, a hierarquia só pode ser concebida à luz do Evangelho e a partir do conceito de serviço.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
O amor a Deus só é concreto quando amamos o próximo!
O testemunho do amor que temos para com Deus se manifesta quando amamos nosso próximo. "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22, 37-38).
Os saduceus estão questionando Jesus: "Qual é o maior mandamento?". A pergunta tem um tom de ironia e malícia, porque eles querem colocar Jesus em dificuldade, pois, na visão dos mestres da lei judaica, "amar a Deus sobre todas as coisas" está acima de tudo, e quem faz isso já está no grau máximo da relação com Ele.
Jesus, por Sua vida e ministério, pelo amor às pessoas e o cuidado com o próximo, por estar ao lado dos desvalidos e pecadores, parece que não observa a lei judaica, faz caridade, ama o seu próximo e, no dia de sábado, salva almas e cura doentes. Será que Jesus conhece mesmo os mandamentos divinos? Por isso a pergunta é recheada de uma certa malícia: "Qual é o maior dos mandamentos?".
Jesus, sem titubear, vai no ponto: "Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com a toda a tua alma, com todo o teu entendimento, mas só quem ama a Deus de todo o coração consegue amar o seu próximo como a si mesmo".
O amor a Deus só é verdadeiro e concretizado quando amamos nosso próximo. Você olha para uma pessoa e diz: "Ela é toda de Deus!". Por que ela é toda de Deus? Porque vive o tempo inteiro falando com Ele, vive o tempo inteiro em adoração, ora o tempo todo. Muito bom! Ela está buscando amar a Deus, mas ela só vai verdadeiramente amá-Lo quando esse amor for revestido de gestos, de verdade e sinceridade na pessoa do próximo.
O próximo é a concretude do amor que manifestamos a Deus. Passamos o tempo inteiro rezando, mas, depois das nossas orações, continuamos grossos, mal educados, fazendo distinção de pessoas, desprezando o pobre, o sofredor; e o próximo é só um próximo para nós. Não entendemos nada ou esse amor de Deus para nós não tem vida.
Nosso Deus é vivo, e eu O amo com todo o meu ser. Estou aos pés d’Ele, adorando, louvando, engrandecendo, porque Ele é tudo para mim, mas se eu O escuto, se meu coração está n'Ele e tenho comunhão com Ele, o Senhor me leva a amar meu irmão com toda minha alma e todo o meu coração.
Não precisamos dizer para ninguém que amamos a Deus, o testemunho do amor que temos para com Ele se manifesta quando amamos o nosso irmão de todo nosso coração.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Os saduceus estão questionando Jesus: "Qual é o maior mandamento?". A pergunta tem um tom de ironia e malícia, porque eles querem colocar Jesus em dificuldade, pois, na visão dos mestres da lei judaica, "amar a Deus sobre todas as coisas" está acima de tudo, e quem faz isso já está no grau máximo da relação com Ele.
Jesus, por Sua vida e ministério, pelo amor às pessoas e o cuidado com o próximo, por estar ao lado dos desvalidos e pecadores, parece que não observa a lei judaica, faz caridade, ama o seu próximo e, no dia de sábado, salva almas e cura doentes. Será que Jesus conhece mesmo os mandamentos divinos? Por isso a pergunta é recheada de uma certa malícia: "Qual é o maior dos mandamentos?".
Jesus, sem titubear, vai no ponto: "Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com a toda a tua alma, com todo o teu entendimento, mas só quem ama a Deus de todo o coração consegue amar o seu próximo como a si mesmo".
O amor a Deus só é verdadeiro e concretizado quando amamos nosso próximo. Você olha para uma pessoa e diz: "Ela é toda de Deus!". Por que ela é toda de Deus? Porque vive o tempo inteiro falando com Ele, vive o tempo inteiro em adoração, ora o tempo todo. Muito bom! Ela está buscando amar a Deus, mas ela só vai verdadeiramente amá-Lo quando esse amor for revestido de gestos, de verdade e sinceridade na pessoa do próximo.
O próximo é a concretude do amor que manifestamos a Deus. Passamos o tempo inteiro rezando, mas, depois das nossas orações, continuamos grossos, mal educados, fazendo distinção de pessoas, desprezando o pobre, o sofredor; e o próximo é só um próximo para nós. Não entendemos nada ou esse amor de Deus para nós não tem vida.
Nosso Deus é vivo, e eu O amo com todo o meu ser. Estou aos pés d’Ele, adorando, louvando, engrandecendo, porque Ele é tudo para mim, mas se eu O escuto, se meu coração está n'Ele e tenho comunhão com Ele, o Senhor me leva a amar meu irmão com toda minha alma e todo o meu coração.
Não precisamos dizer para ninguém que amamos a Deus, o testemunho do amor que temos para com Ele se manifesta quando amamos o nosso irmão de todo nosso coração.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
#minisermao (25/08/17)
A vida cristã tem duas dimensões, como as hastes da cruz: a vertical une
a terra e o céu e a horizontal nos une aos irmãos. O "Pai Nosso" que
Jesus nos ensinou, tem também estas duas dimensões: o Pai é nosso e está
no céu, mas o pão também é nosso e a gente precisa repartir com o
irmão, porque o Pai e o pão não são meus, são nossos. Viver a dimensão
da cruz é mais do que levar uma imagem, um símbolo no peito; é ter peito
para viver esta vida íntegra e integrada. Em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo esta comunhão de amor vertical e horizontal. (Mt
22,34-40)
Pe. Joãozinho, scj.
Pe. Joãozinho, scj.
Comece o seu dia mais feliz meditando o Santo Evangelho da 6ª-feira da 20ª Semana do Tempo Comum
Amarás o Senhor teu Deus, e ao teu próximo como a ti mesmo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,34-40.
Naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: "Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?" Jesus respondeu: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: 'Amarás ao teu próximo como a ti mesmo'. Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamento".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
Reflexão - Mt 22, 34-40
Deus não admite o amor a si sem que este amor se torne gestos concretos de caridade. É por isso que hoje vemos no Evangelho que o primeiro e maior mandamento traz consigo um outro que é semelhante a ele. O primeiro exige de nós o amor a Deus e o segundo exige de nós o amor ao próximo. Jesus nos diz que desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. A partir daí podemos perceber porque São João nos diz na sua primeira epístola que quem ama não peca. Com isso, Jesus nos mostra que somente a plena vivência do amor nas suas duas dimensões, a Deus e aos próximo, pode conduzir verdadeiramente à santidade.
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
#minisermao (24/08/17)
O veneno da ironia pode ser curado pelo antídoto de um elogio. Você não
precisa ser mau com os maus. Faça o bem sem olhar a quem. E naquele dia,
quando disseram para Natanael que haviam encontrado o Messias e que é o
nome dele era Jesus, nascido em Nazaré, o homem veio com ironia: "Mas
pode vir alguma coisa boa de Nazaré?" Jesus ouviu a ironia de Natanael e
profetizou: "Eu te conheço, você é um homem verdadeiro, uma pessoa
autêntica, fala o que pensa." O elogio de Jesus transformou o irônico
Natanael num santo, em São Bartolomeu. Trate o mal com o bem. (Jo
1,45-51)
Pe. Joãozinho, scj.
Pe. Joãozinho, scj.
A sinceridade é característica de uma alma autêntica!
A sinceridade vem de uma alma autêntica e verdadeira, capaz de reconhecer a si mesmo, seus próprios limites e dificuldades. "Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade" (João 1,47).
Celebramos, hoje, São Bartolomeu ou Natanael, discípulo de Jesus, apóstolo do Reino, natural de Caná da Galileia. Escutamos Jesus, ainda sem conviver com Natanael, elogiando-o. Mas de que forma Jesus o elogia? Primeiro, dizendo que ele é um verdadeiro israelita. E por que ele é verdadeiro? Porque nele não há falsidade. E por que Jesus o elogia? Jesus o conhecia desde quando ele estava debaixo da árvore, mas o elogia pela sinceridade do seu coração. Filipe foi dizer a Natanael que havia encontrado o Messias, aquele que Moisés tinha descrito na Lei: "Ele é Jesus de Nazaré, é o filho de José", e ele, com toda sinceridade do coração, questionou: "De Nazaré pode vir alguma coisa boa?".
Como precisamos de pessoas sinceras e autênticas! Só não precisamos cair numa falsa visão de sinceridade e autenticidade, como se sinceridade e autenticidade fossem sinônimos de pessoas que falam tudo o que querem e podem.
Pessoas sinceras são autênticas, ou seja, quando gostam, elas expressam que gostam; quando não gostam, sabem expressar que não gostam; quando entendem, sabem manifestar que entendem; quando não entendem, não compreendem; e quando não concordam, sabem dizer que não concordam.
A sinceridade não é sinônimo daquela pessoa que tudo critica, que vê tudo errado. A sinceridade é aquilo que vem da pureza da alma e do coração, vem de uma pessoa que não vive para agradar nem para fazer média com os outros.
A sinceridade vem de uma alma autêntica e verdadeira, capaz de reconhecer a si mesmo, seus próprios limites e suas dificuldades; a sinceridade de reconhecer que não está bem, saber que está bem quando está; mas quando as coisas não estão andando, ela é capaz de dizer.
A sinceridade evangélica é aquela que se confronta com Deus do jeito que é, porque, às vezes, nós queremos fazer média até com Deus. Sincero é aquele que se apresenta diante do Senhor do jeito que está vivendo, passando, sofrendo e enfrentando a vida. A sinceridade é viver a verdade.
"Eis um verdadeiro israelita, porque nele não há falsidade". Jesus quer também nos chamar de verdadeiros cristãos, porque há cristãos e cristãos. Nós somos cristãos pela graça do batismo, mas podemos ser falsos cristãos, viver falsidades na vida, ser aquilo que não somos, procurar ser ou viver de aparências, de cascas. Não há nada mais abominável do que isso.
Sejamos autênticos e sinceros com nós mesmos e não tenhamos medo de assumir aquilo que somos. Deus cura, salva e transforma o que é vivido e assumido. Quando vivemos e assumimos o que somos, Deus pode cuidar melhor de nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Celebramos, hoje, São Bartolomeu ou Natanael, discípulo de Jesus, apóstolo do Reino, natural de Caná da Galileia. Escutamos Jesus, ainda sem conviver com Natanael, elogiando-o. Mas de que forma Jesus o elogia? Primeiro, dizendo que ele é um verdadeiro israelita. E por que ele é verdadeiro? Porque nele não há falsidade. E por que Jesus o elogia? Jesus o conhecia desde quando ele estava debaixo da árvore, mas o elogia pela sinceridade do seu coração. Filipe foi dizer a Natanael que havia encontrado o Messias, aquele que Moisés tinha descrito na Lei: "Ele é Jesus de Nazaré, é o filho de José", e ele, com toda sinceridade do coração, questionou: "De Nazaré pode vir alguma coisa boa?".
Como precisamos de pessoas sinceras e autênticas! Só não precisamos cair numa falsa visão de sinceridade e autenticidade, como se sinceridade e autenticidade fossem sinônimos de pessoas que falam tudo o que querem e podem.
Pessoas sinceras são autênticas, ou seja, quando gostam, elas expressam que gostam; quando não gostam, sabem expressar que não gostam; quando entendem, sabem manifestar que entendem; quando não entendem, não compreendem; e quando não concordam, sabem dizer que não concordam.
A sinceridade não é sinônimo daquela pessoa que tudo critica, que vê tudo errado. A sinceridade é aquilo que vem da pureza da alma e do coração, vem de uma pessoa que não vive para agradar nem para fazer média com os outros.
A sinceridade vem de uma alma autêntica e verdadeira, capaz de reconhecer a si mesmo, seus próprios limites e suas dificuldades; a sinceridade de reconhecer que não está bem, saber que está bem quando está; mas quando as coisas não estão andando, ela é capaz de dizer.
A sinceridade evangélica é aquela que se confronta com Deus do jeito que é, porque, às vezes, nós queremos fazer média até com Deus. Sincero é aquele que se apresenta diante do Senhor do jeito que está vivendo, passando, sofrendo e enfrentando a vida. A sinceridade é viver a verdade.
"Eis um verdadeiro israelita, porque nele não há falsidade". Jesus quer também nos chamar de verdadeiros cristãos, porque há cristãos e cristãos. Nós somos cristãos pela graça do batismo, mas podemos ser falsos cristãos, viver falsidades na vida, ser aquilo que não somos, procurar ser ou viver de aparências, de cascas. Não há nada mais abominável do que isso.
Sejamos autênticos e sinceros com nós mesmos e não tenhamos medo de assumir aquilo que somos. Deus cura, salva e transforma o que é vivido e assumido. Quando vivemos e assumimos o que somos, Deus pode cuidar melhor de nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Comece o seu dia mais feliz meditando o Santo Evangelho - São Bartolomeu, Apóstolo. Festa
Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,45-51.
Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: "Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José".
Natanael disse: "De Nazaré pode sair coisa boa?" Filipe respondeu: "Vem ver!" Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: "Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade". Natanael perguntou: "De onde me conheces?" Jesus respondeu: "Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi". Natanael respondeu: "Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel".
Jesus disse: "Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!" E Jesus continuou: "Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
Reflexão - Jo 1, 45-51
Quando André revela que encontrou o Messias a Natanael ou Bartolomeu, palavra que quer dizer "filho do agricultor", a atitude de Natanael foi de dúvida: "De Nazaré, pode sair coisa boa?" No entanto, ele vence a sua desconfiança, atende ao convite que foi feito por André e vai encontrar-se com Jesus. A experiência do encontro pessoal com Jesus faz com que Natanael venha a reconhecer a sua divindade e torne-se seu discípulo pelo resto de sua vida, mostrando-nos com isso que, apesar de todos os nossos problemas, se procurarmos ter retidão de coração e vencer as nossas fraquezas, também faremos a experiência do encontro pessoal com Jesus e também nos tornaremos seus verdadeiros discípulos.
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Programação Religiosa da Festa de Nossa Senhora dos Aflitos - 2017
Vinde, vinde povo santo
Vinde todos bem contritos
Louvar nossa Padroeira
A Senhora dos Aflitos...
Clique na foto para visualizar melhor
Vinde todos bem contritos
Louvar nossa Padroeira
A Senhora dos Aflitos...
Clique na foto para visualizar melhor
Assinar:
Postagens (Atom)































