sábado, 5 de março de 2016

Papa Francisco: as tentações tornam míope o coração

Nesta sexta-feira dia 4 de março o Papa Francisco presidiu à Celebração Penitencial na Basílica de S. Pedro dando início à iniciativa mundial "24 horas para o Senhor" que tem como objetivo fazer descobrir o Sacramento da Reconciliação nesta Quaresma.
O Evangelho segundo S. Marcos relatou a passagem do cego Bartimeu e o Santo Padre considerou na sua homilia ser este um trecho de grande "valor simbólico" e existencial que demonstra como o pecado, tal como a cegueira que pode conduzir à pobreza e a viver na margem, pode empobrecer e isolar.
A cegueira do espírito – disse o Papa – "impede de ver o essencial, de fixar o olhar sobre o amor" e leva-nos a sermos superficiais e insensíveis aos outros e ao bem. E as tentações fazem enevoar o coração:
"Quantas tentações têm a força de enevoar a vista do coração e de torná-lo míope! Como é fácil e errado crer que a vida dependa daquilo que se tem do sucesso ou da admiração que se recebe; que a economia seja feita só de lucro e de consumo; que as próprias vontades individuais devam prevalecer sobre a responsabilidade social! Olhando apenas para o nosso eu, tornamo-nos cegos, desligados e fechados em nós mesmos, sem alegria e sem liberdade. É tão feio…"
É a presença de Jesus que nos faz parar – continuou o Santo Padre – que nos faz perceber que longe d'Ele falta-nos a Luz que nos convida a não ficarmos fechados nas nossas escuras cegueiras. A Sua presença faz-nos sentir necessitados de salvação e "isto é o início da cura do coração" – afirmou o Papa.
No entanto, como nos diz o Evangelho – observou Francisco – há sempre alguém que não nos quer fazer parar, alguém que não quer ser perturbado por quem grita a sua própria dor, preferindo fazer calar o pobre que aborrece.
Eis, assim, a tentação de continuar distantes do Senhor – disse o Papa – deixando os outros também afastados de Jesus. Mas, talvez seja este o momento de não deixar fugir o Senhor que passa:
"Este Jubileu da Misericórdia é o tempo favorável para acolher a presença de Deus, para experimentar o seu amor e regressar a Ele com todo o coração…deitemos fora aquilo que impede de ser enviados no caminho para Ele, sem medo de deixar aquilo que dá segurança e a que estamos presos; não fiquemos sentados, levantemo-nos, reencontremos a nossa estatura espiritual, de pé, a dignidade de filhos amados que estão perante o Senhor para serem por Ele olhados, perdoados e recreados. E a palavra que talvez hoje chega ao nosso coração é a mesma da criação do homem: 'Levanta-te! Deus criou-nos de pé: Levanta-te'".
Neste momento da sua homilia o Papa Francisco dirigiu-se, em particular, aos Pastores e disse-lhes que são chamados a rever alguns comportamentos que "às vezes não ajudam os outros a aproximarem-se de Jesus": os horários, os programas, as regras humanas, a rigidez podem afastar da ternura de Deus – declarou o Santo Padre que exortou os Pastores a infundirem coragem, a acompanharem porque foram escolhidos para suscitarem a conversão e para serem instrumentos que facilitam o encontro:
"Nós fomos escolhidos, nós pastores, para suscitar o desejo da conversão, para ser instrumentos que facilitam o encontro, para estender a mão e absolver, tornando visível e operante a sua misericórdia. Que cada homem e mulher que se aproxime do confessionário encontre um pai, encontre um pai que o espera. Que encontre o pai que perdoa".

24 horas para o Senhor

Dando continuidade às "24 horas para o Senhor", hoje às 11h haverá missa na matriz de Nossa Senhora dos Aflitos, aproveite, ache um tempinho e venha encontrar com o Senhor Jesus...
Celebrante Padre Edson Medeiros de Araújo.

sexta-feira, 4 de março de 2016

24 horas com Jesus!

Vamos participar deste momento e marcar o nosso encontro com Jesus, Ele nos espera de braços abertos...
No balanço final de nossa vida nós seremos julgados pelo amor.
São João da Cruz.

Sexta-feira da 3ª semana da Quaresma

Tempo da Quaresma
Evangelho (Mc 12,28b-34) "Qual é o primeiro de todos os mandamentos"?. Jesus respondeu-lhe: "O primeiro de todos os mandamentos é este: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor; amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças. Eis aqui o segundo: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Outro mandamento maior do que estes não existe".
Reflexão:
A tradição judaica tinha enumerado na Lei bíblica cerca de 365 proibições, tantas quantos são os dias do ano, e 248 preceitos positivos, tantos quantos se entendiam ser os componentes do corpo humano. A discussão entre os escribas referia-se à ordem da importância de tais preceitos. Jesus não indica só o primeiro, mas aquele que é o principal de todos os mandamentos. Isso não é um simples ato a cumprir, mas uma atitude radical que deve reger todas as outras observâncias dos preceitos, ou seja, o amor a Deus e ao próximo. Como um pai não ama só algumas horas por dia ou em alguns atos seu filho, assim também o cristão deve ter o amor como alma de todos os seus pensamentos e ações. 

quinta-feira, 3 de março de 2016

Quinta-feira da 3ª semana da Quaresma

Evangelho (Lc 11,14-23): Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas. Alguns, porém, disseram: «É pelo poder de Beelzebu, o chefe dos demônios, que ele expulsa os demônios» . Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. Mas, conhecendo seus pensamentos, ele disse-lhes: «Todo reino dividido internamente será destruído; cairá uma casa sobre a outra. Ora, se até Satanás está dividido internamente, como poderá manter-se o seu reino? Pois dizeis que é pelo poder de Beelzebu que eu expulso os demônios. Se é pelo poder de Beelzebu que eu expulso os demônios, pelo poder de quem então vossos discípulos os expulsam? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, é porque o Reino de Deus já chegou até vós. Quando um homem forte e bem armado guarda o próprio terreno, seus bens estão seguros. Mas, quando chega um mais forte do que ele e o vence, arranca-lhe a armadura em que confiava e distribui os despojos. Quem não está comigo é contra mim; e quem não recolhe comigo, espalha».
Refexão
Hoje, na proclamação da Palavra de Deus, reaparece a figura do diabo: «Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas» (Lc 11,14). Cada vez que os textos nos falam do demônio, nos sentimos um pouco incômodos. Em todo caso, é verdade que o mal existe, e que tem raízes tão profundas que nós não podemos conseguir elimina-las totalmente. Também é verdade que o mal tem uma dimensão muito ampla: vai "trabalhando" e não podemos de nenhuma maneira dominá-lo. Mas Jesus veio combater essas forças do mal, ao demônio. Ele é o único que o pode expulsar.
Jesus foi caluniado e acusado: o demônio é capaz de conseguir tudo. Enquanto que as pessoas se maravilham do que Jesus Cristo tem feito, «Mas alguns disseram: 'É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios'» (Lc 11,15).
A resposta de Jesus mostra o absurdo do argumento de quem o contradiz. Esta resposta é para nós um chamado à unidade, à força que supõe a união. A desunião, no entanto, é um fermento maléfico e destruidor. Exatamente, um dos signos do mal é a divisão e a falta de entendimento entre uns e outros. Infelizmente, o mundo atual está marcado por este tipo de espírito do mal que impede a compreensão e o reconhecimento entre uns e outros.
É bom que meditemos qual é nossa colaboração neste "expulsar demônios" ou eliminar o mal. Perguntamo-nos: Ponho o necessário para que o Senhor expulse o mal de meu interior? Colaboro suficientemente neste "expulsar"? Porque «Pois é do coração que vêm as más intenções: crimes, adultério, imoralidade, roubos, falsos testemunhos, calúnias» (Mt 15,19). É muito importante a resposta de cada um, ou seja, a colaboração necessária a nível pessoal.
Que Maria interceda ante Jesus, seu Filho amado, para que expulse de nosso coração e do mundo qualquer tipo de mal (guerras, terrorismo, maus tratos, qualquer tipo de violência). Maria, Mãe da Igreja e Rainha da Paz, rogai por nós!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Misericórdia e correção: o Papa na audiência geral

Quarta-feira, 2 de março, audiência geral com o Papa Francisco na Praça de S. Pedro. Na sua catequese o Santo Padre falou sobre misericórdia e a correção do Pai que ajuda a crescer os seus filhos.
Partindo do texto bíblico de Isaías, o Papa colocou em evidência a amargura de um pai desiludido que gerou e fez crescer filhos, que agora se revoltaram contra Ele. Embora ferido, Deus deixa falar o amor e faz apelo à consciência destes filhos degenerados, para que se convertam e se deixem amar de novo. A missão educativa dos pais tem em vista fazer crescer os filhos em liberdade, torná-los responsáveis, capazes de fazer o bem – observou o Papa.
Mas, por causa do pecado, a liberdade torna-se pretensão de autonomia absoluta e o orgulho leva à contraposição e à ilusão de auto-suficiência – acrescentou o Santo Padre. A consequência do pecado é um estado de desolação geral. Onde se rejeita Deus e a sua paternidade, não é possível haver vida: a existência perde as suas raízes, tudo acaba pervertido e aniquilado. Mas também esta dolorosa situação visa a salvação.
Como pai, Deus educa os seus filhos – continuou o Papa – e, quando erram, corrige-os favorecendo o seu crescimento no bem. A provação é enviada para que possam experimentar a amargura de quem abandona Deus, vendo o vazio desolador duma opção de morte. O sofrimento, derivado duma decisão autodestrutiva, deve fazer refletir o pecador para o abrir à conversão e ao perdão. A punição torna-se o instrumento para fazer refletir.
Vemos assim que Deus sempre quer perdoar o seu povo – disse o Santo Padre que afirmou que Deus não destrói tudo, mas deixa "aberta a porta à esperança". O caminho do regresso não passa tanto pela multiplicação das ofertas rituais do culto – que devem exprimir a conversão e não substituí-la – como sobretudo pela prática da justiça. O culto sim, mas "oferecido com mãos puras, evitando o mal e praticando o bem" – disse o Papa Francisco no final da sua catequese.
O Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
"Amados peregrinos de língua portuguesa, cordiais saudações para todos vós, de modo especial para os fiéis da paróquia de Nossa Senhora do Lago de Brasília. Sobre os vossos passos, invoco a graça do encontro com Deus: Jesus Cristo é a Tenda divina no meio de nós. Ide até Ele, vivei na sua amizade e tereis a vida eterna. Sobre vós e vossas famílias desça a Bênção de Deus"!
O Papa Francisco a todos deu a sua bênção!

Quarta-feira da 3ª semana da Quaresma

Evangelho (Mt 5,17-19)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17 Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra.
19 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
Reflexão:
Todos nós estamos de acordo que devemos obedecer a Deus, mas não estamos muito de acordo se perguntarmos por que devemos obedecer a Deus. Isto porque existem duas formas de obediência. A primeira é a obediência de quem reconhece o poder de quem manda e se submete a este poder por causa das vantagens da obediência ou das consequências da desobediência. É aquele que diz que manda quem pode e obedece quem tem juízo. A segunda é de quem reconhece os valores que motivam a autoridade e assume esses valores como próprios, vendo na obediência a grande forma de concretização desses valores. Jesus não veio mudar a lei, mas mostrar as suas motivações, os seus valores, a fim de que a sua observância não seja um jugo, mas uma forma de realização pessoal.

terça-feira, 1 de março de 2016

Terça-feira da 3ª semana da Quaresma

Evangelho (Mt 18,21-35): Pedro dirigiu-se a Jesus perguntando: «Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?» Jesus respondeu: «Digo-te, não até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. »O Reino dos Céus é, portanto, como um rei que resolveu ajustar contas com seus servos. Quando começou o ajuste, trouxeram-lhe um que lhe devia uma fortuna inimaginável. Como o servo não tivesse com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía, para pagar a dívida. O servo, porém, prostrou-se diante dele pedindo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. Diante disso, o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida. »Ao sair dali, aquele servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia uma quantia irrisória. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Paga o que me deves'. O companheiro, caindo aos pés dele, suplicava: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei'. Mas o servo não quis saber. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que estava devendo. Quando viram o que havia acontecido, os outros servos ficaram muito sentidos, procuraram o senhor e lhe contaram tudo. Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: 'Servo malvado, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me suplicaste'. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão».
REFLEXÃO:
Hoje, o Evangelho de Mateus convida-nos a uma reflexão sobre o mistério do perdão, propondo um paralelismo entre o estilo de Deus e o nosso na hora de perdoar.
O homem atreve-se a medir e a levar em conta a sua magnanimidade perdoadora: «Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?» (Mt 18,21). A Pedro parece-lhe que sete vezes já é muito e que é, talvez, o máximo que podemos suportar. Bem visto, Pedro continua esplêndido, se o compararmos com o homem da parábola que, quando encontrou um companheiro seu que lhe devia cem denários, «Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’» (Mt 18,28), negando-se a escutar a sua súplica e a promessa de pagamento.
Fechadas as contas, o homem, ou se nega a perdoar, ou mede estritamente a medida do seu perdão. Verdadeiramente ninguém diria que receberíamos da parte de Deus um perdão infinitamente reiterado e sem limites. A parábola diz: «o senhor teve compaixão, soltou o servo e perdoou-lhe a dívida» (Mt 18,27). E a divida era muito grande.
Mas a parábola que comentamos põe acento no estilo de Deus na hora de outorgar o perdão. Depois de chamar à ordem o seu devedor em atraso e de o fazer ver a gravidade da situação, deixou-se enternecer repentinamente pelo seu pedido contrito e humilde: «'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo'. Diante disso, o senhor teve compaixão…» (Mt 18, 26-27). Este episódio põe à vista aquilo que cada um de nós conhece por experiência própria e com profundo agradecimento: que Deus perdoa sem limites ao arrependido e convertido. O final negativo e triste da parábola, contudo, faz honras de justiça e manifesta a veracidade daquela outra sentença de Jesus em Lc 6,38: «Com a medida com que medirdes sereis medidos».

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Tempo da Quaresma - Meditando o Evangelho de hoje


Evangelho - Lc 4,24-30 Jesus, como Elias e Eliseu, não é enviado só aos judeus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4,24-30. Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga: 24 'Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio.' 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho. Palavra da Salvação.

Reflexão - Lc 4, 24-30 - Todas as pessoas ficam contentes quando as outras pessoas falam o que elas querem ouvir, mas nem todas as pessoas ficam contentes quando os outras pessoas falam o que elas precisam ouvir. Todos queriam que Jesus falasse de uma religião onde manipulariam o próprio Deus através de ritualismos, onde Deus seria o servidor e o homem o servido, onde Deus teria apenas deveres e obrigações e os homens direitos, onde Deus teria que agir o tempo inteiro para corrigir as consequências das irresponsabilidades humanas. Como não era esse o conteúdo da pregação de Jesus, que não cedeu ao jogo do poder e dos privilégios da sua época, os seus concidadãos o excluíram e quiseram matá-lo.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Missa do 3º Domingo da Quaresma

Hoje é um dia consagrado ao Senhor Deus!!! 
Às 19h, missa na matriz de Nossa Senhora dos Aflitos com D. Antônio Carlos, Bispo diocesano de Caicó.

E na comunidade onde mora um Padre o povo vive mais feliz!

3º Domingo da Quaresma - 28/02/2016

Anúncio do Evangelho (Lc 13,1-9)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.
1Naquele tempo, vieram algumas pessoas trazendo notícias a Jesus a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando seu sangue com o dos sacrifícios que ofereciam.
2Jesus lhes respondeu: "Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem sofrido tal coisa? 3Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.
4E aqueles dezoito que morreram, quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que todos os outros moradores de Jerusalém? 5Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo".
6E Jesus contou esta parábola: “Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi até ela procurar figos e não encontrou. 7Então disse ao vinhateiro: 'Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Por que está ela inutilizando a terra'?
8Ele, porém, respondeu: 'Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. 9Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então tu a cortarás'".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

AVISOS da Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos:

AVISOS da Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos:
Quarta-Feira, dia 02 de março, a Renovação Carismática Católica dará início ao Seminário de Vida no Espírito Santo. O Seminário acontecerá durante nove quartas-feiras consecutivas, às 19 horas no Centro Pastoral Padre João Maria, por esse motivo o Grupo de Oração que aconteceria na Igreja, será transferido para o Centro Pastoral.
"24 Horas para o Senhor"
Respondendo ao apelo do Papa Francisco para toda Igreja, pelo terceiro ano consecutivo, a Igreja Católica em todo mundo, realizada a chamada "24 horas para o Senhor". Será um dia inteiro, seguindo por toda madrugada, de oração e louvor ao Senhor Deus. Você, sua família, amigos e toda a comunidade são convidados a passar alguns momentos próximos a Jesus Cristo, presente na Eucaristia. Esta é uma jornada penitencial, consiste em 24 horas ininterruptas de oração. Em nossa Paróquia, acontecerá com a seguinte programação:
- Início na sexta- feira, dia 04 de março - 12h às 13 horas - Missa de Abertura - 13h às 14 horas – Ministros -14h às 15 horas - Equipe do Dízimo -15h às 16 horas - Apostolado da Oração -16h às 17 horas - Apostolado da Oração - 17h às 18 horas - Coroinhas - 18h às 19 horas - Coroinhas -19h às 20 horas-Terço das Mulheres - 20 h às 21 horas - ECC- Círculo Laranja - 21h às 22 horas – Jufra -22h às 23 horas - Nova Geração - 23h às 24horas - Equipes de Nossa Senhora (Nossa Senhora das Graças) - 24h às 01 hora - Equipes de Nossa Senhora (Nossa Senhora dos Milagres e Nossa Senhora de Fátima) - 01h às 02 horas- ECC – Círculo Verde - 02h às 03 horas - Equipes de Nossa Senhora (Nossa Senhora Aparecida) - 03h às 04 horas - ECC – Círculo Azul -04h às 05 horas - ECC – Círculo Vermelho -05h às 06 horas – Catequistas -06h às 07 horas - Terço dos Homens -07h às 08 horas - Dízimo -08h às 09 horas- Apostolado da Oração - 09h às 10 horas – Coroinhas - 10h às 11 horas - Ministros da Eucaristia - 11h às 12 horas – Missa Observação: Na sexta-feira, a partir das 19 horas, haverá confissões individuais na Igreja Matriz. Observação: Lembramos que por motivo de já haver a celebração eucarística às 12 horas, a missa da primeira sexta-feira do mês NÃO acontecerá às 16 horas como de costume. Sendo que, a reunião do Apostolado da Oração acontecerá normalmente às 16 horas no Centro Pastoral Padre João Maria, com a presença de Padre Edson Medeiros de Araújo. * No sábado, dia 05 de março, às 16 horas, haverá uma importante reunião para os pais das crianças que estão inscritas na Infância Missionária, na Catequese, como também para os pais dos adolescentes crismandos. A reunião acontecerá no Centro Pastoral e será presidida pelo Pe. Edson. A presença de todos é indispensável.

Jardim de Piranhas - Horários de missas para domingo

Horários de missas para domingo(28/02) na matriz de Nossa Senhora dos Aflitos: 7h - Pe. Alyson Bruno, reitor do seminário menor; 19h - D. Antônio Carlos, bispo diocesano.

Quaresma é tempo de perdoar para ser perdoado:

OS 9 PASSOS DO PERDÃO
1. Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança.
2. Compromete-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão.
3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz.
4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu dois minutos - ou dez anos - atrás.
5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismo de seu corpo.
6. Desista de espera, de outras pessoas ou de sua vida, coisa que elas não escolheram dar a você. Reconheça as "regras não cobráveis" que você tem para sua saúde ou para o comportamento seu e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém você sofrerá se exigir que essa coisa aconteçam quando você não tem o pode de fazê-las acontecer.
7. Coloque sua energia em tenta alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através de experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins.
8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas – o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou – aprenda a busca o amor, a beleza e a bondade ao seu redor.
9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heroicas que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.